


Capoava significa em tupi-guarani
“rancho coberto de sapé”, “terreno
para roças” ou mesmo “terra
fértil”. No solo da fazenda já
passaram bandeirantes, que construíram
a casa sede em 1750 e lá se fixaram, iniciando
o plantio de cana-de-açúcar, depois
substituído pelo de café, quando
foi rebatizada de Fazenda Japão. Porém,
no século XX, o cultivo de gado foi a principal
atividade daquela terra, que depois se tornou
solo fértil para o desenvolvimento do turismo.
Essas informações
estão todas ilustradas por documentos e
objetos cuidadosamente expostos no museu situado
na Capoava. Todos os 25 chalés da Capoava
eram, originalmente, a senzala doméstica
e as casas de colonos, que foram transformadas
para receber os hóspedes. Quatro amplos
chalés estão situados no corpo do
casarão e mantêm preservadas as paredes,
janelas e tetos originais. Outros três estão
localizados perto dos lagos e da mata, próximos
à saída das trilhas, quase em meio
à Mata de Planalto remanescente. A colônia
oferece mais 18 chalés no estilo duplex,
onde embaixo estão uma saleta e um banheiro,
e no mezanino, o quarto. Cada saleta possui um
sofá que pode transformar-se em uma bicama,
podendo abrigar um total de quatro pessoas.
A Fazenda orgulha-se ainda de sua gastronomia
cuidadosa, com sabor de campo e toques refinados.
Na programação do hotel estão
caminhadas e trilhas pela mata, sempre acompanhadas
por um guia, cavalgadas por roteiros históricos
e atividades culturais relacionadas à história
do Estado de São Paulo, no Espaço
Cultural.
Por sua localização próxima
à capital paulista, a Fazenda Capoava é
também uma ótima opção
para a realização de eventos corporativos. A sala de convenções com 110 m2 acomoda, confortavelmente, até 60 pessoas e permite várias configurações do espaço, de acordo com a necessidade de cada grupo. Conta ainda com ar-condicionado, sonorização, Internet e duas salas de apoio.

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